domingo, 30 de janeiro de 2011

Karaokê

Karaokê em São Luís, 2003 ou 2004 eu acho... Tempos idos...

Felipe (ainda com cabelo curto), eu, Tássia e Lúcio.

Felipe, Natal e Tássia

Natal e Lúcio.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

FALIDEU!

E no carnaval de 2011, como já é tradição - uma tradição inventada, como diria Hobsbawm - sairá, na Rua Brasil entre Pernambuco e Paraíba na Nova Imperatriz no dia 5 de março das 15 às 21h, o Bloco de Carnaval "Falideu"! O espaço é familiar e a prioridade é que crianças e pessoas de boa índole se divirtam. Compareça!

O patrocínio é do Blog do Natal, Edinaldo Duarte, Edivan Design e Pica Pau Bebidas!









terça-feira, 25 de janeiro de 2011

As coisas acabam

As coisas acabam. Já me peguei falando isso, e logo depois explicando essa frase, uma centena de vezes. Mas, eu mesmo, só consegui entender a complexidade desse conjunto de três palavras recentemente. E a minha explicação estava certa olha só: as coisas terminam quando você quer que isso aconteça. Simples. O final é como em um livro que você mesmo escreve e decide qual o personagem que morre e que  escapa, quem casa com quem ou quem termina sozinho no deserto. Em epítome: vida é coisa que você escolhe, resolve - apesar de isso passar por uma questão de fraqueza pessoal, caráter ou moral. 
É claro que falar sobre isso não é coisa simples; pessoas ilustres e mentes brilhantes já sufocaram seus neurônios e traçaram linhas e linhas sobre condição humana, dilemas sociais que perpassam por ambição, luta de classes, flagelos raciais e tantos outros assuntos de uma vastidão incomensurável. Não é - nem de longe - esse espaço que irá explicar algo; talvez seja para mim uma questão pessoal; o que não quer dizer que não vá servir para quem, por ventura, ler esse texto. 
Há muito, como no Poema em Linha Reta, tenho "enrolado os pés nos tapetes das etiquetas", e olhando quem mente sem motivo, só por conta da mantença de um passado, do que foi e que, provavelmente, nunca voltará a ser. Quando resolvi viver sem mentir, quando de fato eu consegui fazer isso, senti pena de mim mesmo, o que eu era, o que passava e de como dormia mal com a cabeça matutando qual história contaria na próxima manhã; qual desculpa iria inventar. Contudo, algo bom - ou uma maldição, dependendo do angulo - ficou disso tudo: enxergo uma mentira de longe; apesar de doer mais a que vem de perto, a não casual, aquela que decepciona.
As coisas acabam. E só acabam quando terminam. Não gosto de axiomas e talvez os use com uma frequência maior do que desejo, contudo, o axioma que reza que a vida se repete é o rei deles. Ele faz exatamente o que diz: se repete. E isso, não termina.

sábado, 15 de janeiro de 2011

As sandálias do Pescador

Pedro,

Seria maravilhoso se todos amassem ou pelo menos soubessem o que é o amor, pois só assim amariam alguém mesmo que ele esteja longe dos seus olhos, mas com certeza está no fundo do seu coração. 
Por isso nunca aborte o meu amor do seu coração pois, ele não dura apenas uma gravidez de nove meses mas, se possível, uma eternidade.

P. B. R.  18 de novembro de 1999.

________

Arrumando os livros aqui em casa encontrei esse recado dentro de um que me foi presenteado por um amigo que já morreu. O livro é Sandálias do Pescador de Morris West, mesmo autor de Advogado do Diabo.