segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Salvamento


Ontem, por volta das 23h, estava de passagem para a Beira Rio ali pela Quinze de Novembro, mais precisamente em frente a igreja de Santa Tereza, quando avistei uma moto e uma jovem no chão já rodeada por populares. Estacionei e fui tentar ajudar - talvez por em prática os diversos treinamentos de salvamento que já participei. Quando cheguei, percebi que eram duas as jovens, uma estava totalmente debaixo do trailer da PM, e essa estava muito mal. Fui tentar ajudar, sem movê-la claro, tentando observar alguma lesão amenizando a dor e a colocando em outra posição depois de examinar a coluna. Tentava fazer isso quando fui retirado do local por um idiota da polícia militar que esbravejava: "Deixa a menina respirar, tu é médico por acaso?!". O troglodita acredita que só um médico pode prestar socorro. Mesmo após eu me identificar e dizer que sou exaustivamente treinado em práticas de salvamento o néscio não me deixou aproximar da vítima. Tentei eu, então, remover a moto que estava impossibilitanto a retirada da moça de debaixo do estábulo da PM quando fui "gentilmente" advertido pelo inepto que a moto deveria ficar lá para a perícia mesmo com o escapamento a queimar o pé da acidentada. Puxei a moto; não sou policial e para mim a dor, mesmo nos outros, é uma coisa desagradável. E a vontade essa hora era de mandar o PM tomar no cu! Ele e esse procedimento imbecil e ignorante!

P.S.: Mandar PM tomar no toba é crime, mesmo que o PM goste e mereça!
P.S.2: Os meus amigos da PM, se não entenderem a minha revolta, podem vir me prender!



segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Literatura de Goró


Se você, é diferente de muita gente e precisa de motivo para beber, aqui está um: O Pequeno Livro de Destilados, uma obra da jornalista Suzamara Santos. Conseguindo se manter sóbrio vai lê-lo bem rápido. E por que? O livro é ótimo. Faz uma viagem pelo mundo e mostra os diversos tipos de bebidas desse braço da "marvada". Ainda ensina a fazer drink's, esclarece tudo sobre degustação, tipos de copo e formas de produção. Portanto, se gosta de cachaça, vodka, whisky, conhaque e outras dessas invenções do capeta. Clica no link lá de cima!
Quem não bebe, mas se enche de doce, é preconceituoso e usa os pejorativos "papudinho", "pé de cana", para quem sabe viver, lembre-se: Jesus bebia e fumava, certo que ele sabia ressucitar, mas a viagem é que vale a pena.


P.S. Comprei o meu aqui em Imperatriz numa banca de livros dentro da Facimp.
P.S.2. Toma com caju, limão, carambola, acerola. O importante é que esteja com alguém que goste.
P.S.3 Se eu escrevi um monte de bobagens nesse post, adivinha: O tubo já tá abaixo do meio e a noite tá se indo!

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

A cabeça do operário!


O que passa na cabeça do operário?
O preço do feijão na cabe no poema e muito menos na postagem. Também não gosto mais de Gullar, não pelo fato de seu Sarneyísmo, mas é que para mim Gullar dói, é mais ferro em brasa que simplesmente um Ferreira qualquer. Para mim Gullar é um poeta do meu passado e desse passado eu só quero Clarice.

Tenso, aqui faz calor! Todo sulista que vem pra cá ganhar uma nota e olhar - tocar e outras coisas - nossas meninas, reclama! Tchau! Ali na cabeça do operário o calor já foi controlado e transformado em dor contida; em um sentimento de ingratidão que eu não digo o porque.

O que eu penso quando estou me rachando no sol, é que esse sol me racha na praia do Cacau vez por outra e quase todo final de semana na piscina semi limpa da AABB. E ela está lá do lado, inimiga número um do calor, Loira, suada, cinzenta como canela de pedreiro!

Esse capacete, esse "Cabo Verde" é história de baiana, uma boa história de baiana, uma boa baiana contando história; e desgraçada me tirou pra escravo e hoje vivo de sol a sol.

A noite, as leis, mas, roubo a coisa pública, às vezes, e estudo ali mesmo na mesa que o governo me empresta, na minha baia. Pra ver se encontro com esse sol só na Praia do Cacau ou na AABB. Pra ver se um dia vai dar pra roubar uma coisa mais importante que mim mesmo.



Faça-me o favor!

Li uma matéria no site da Veja hoje pela manhã:


É cara, deve ser horrível! Voar de helicóptero para a escola e depois ir jantar na Europa.

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Na Suíça, depois de aperfeiçoarem o chocolate e inventarem o relógio cuco, prederam o Polanski. O cara degustou uma jovem em 1977 - isso mesmo - nos Estados Unidos e agora foi preso por conta disso na Suíça.
Famoso na Suíça não é tratado como famoso no Brasil. Se Polanski estivesse aqui daria cursos de como pegar uma gatinha, depois de como o sistema prisional na Suíça é exemplar com celas rústicas e três refeições diárias e só por último falaria de cinema.



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Viver a vida!

Fico imaginando o que porra que esse Manoel Carlos sabe de viver a vida se nas novelas dele os pobres não passam fome e andam sempre nos mesmos lugares dos ricos. E os ricos não trabalham um dia sequer nem pra cuidar da fortuna. Os textos são massivos e, venhamos e convenhamos, o Leblon não tem conteúdo para trezentas novelas.
Senta aí no sofá e sonha minha senhora, enquanto o fumo entra!

P.S. Nas fotos, o galã José Mayer em dois momentos.